Loirito, cara de anjo.
A correr pelo átrio com um sorriso rasgado na cara. Não olha para onde põe os pés, mas sim para o ar. O seu olhar segue aquela pomba.
- Quero um filho assim!
E continuou o miúdo a correr, de um lado para o outro, com os braços no ar e com a convicção de que apanharia aquela pomba.
E talvez a apanhe, um dia.



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