[Algures no longínquo ano de 2007]
Na penumbra do teu ser,
eu te espero, te desejo.
Com esperanças incalculáveis,
de um dia te ter, te pertencer.
É uma necessidade profunda
que não consigo explicar.
Há tempos que vivo nesta incógnita
que ainda não consegui descodificar.
Esse teu olhar deixa-me vulnerável.
Fico frágil…
Deslumbrada, deixo-me levar:
Pelos pedidos de desculpa…
Pelas promessas…
Enfim, pelo amor.
E caio na tua teia!
És impressionante…
Não consigo explicar.
Já caí, e a cair vou voltar.
Porque, quanto mais me agarras,
mais vontade eu tenho de ficar presa.
Já fazem parte da minha vida,
estes mal-entendidos programados que me deixam feliz.
Enfim, eu admito:
Quanto mais vezes caio na tua teia,
mais presa fico a ti.
E assim vivo,
com esperanças de,
ao virar da esquina,
ser apanhada de novo…
Pela tua bela teia!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
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