Por que não espalhar a felicidade pelos que estão à volta?!
Se a tenho e a quero partilhar, não hesito em fazer palhaçada sempre que posso. E atenção!, que este "sempre que posso" significa quase sempre, porque não existem, ou pelo menos não deviam existir, restrições para se ser alegre :D
A propósito de uma aula de Inglês, passo a citar poucas das imensas razões "to be cheerful":
- family
- friends
- boyfriend
- chocolate
- music
- the moon
- flowers
- smiles, BIG smiles
- blue
- hugs and kisses
- melon and cherries
- our home
- our bed
- the sun
- beach
- the stars
- the sea
- the NATURE!
Mais?
E isto seria só o início de uma longa lista! Já para não falar daquelas coisas que apenas se sentem...
Para finalizar, e porque me tenho sentido revestida por boas energias (tipo uma espécie de bolha, só que em vez de ser de L. Casei Imunitasse é de boas vibrações :p esta era para ti, Manéu), resta-me desejar-vos um resto de noite muito alegre e carregada de boas sensações!
E façam o favor de ser felizes, que aqui a palhacinha quer ver toda a gente a rir, mesmo que seja das cenas tristes que, por vezes, tenho de fazer para arrancar boas gargalhadas.
Mas tenho a certeza de que um dia direi: VALEU A PENA! :D
P(alhacinha)M
terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Um pedacinho de egoísmo...
Olá!
Já há muito que por aqui não passo. Não, minto. Vou passando, dou uma olhada no meu e noutros blogues, penso em escrever, mas quando chego à fase do "o que escrever?", fecho a página e continuo com as minhas coisinhas. Não que não haja nada para contar. Antes pelo contrário. Desde o último post, as emoções têm sido muitas. Coisas boas, coisas menos boas. Enfim, um pouco de tudo. Mas tem sido tudo tão pessoal, tudo tão intenso, que não tenho conseguido encontrar o modo certo para o partilhar convosco.
Porque, ás vezes, sabe bem guardar certas coisas para nós próprios...
Mas sinto falta de publicar aqui algo. Sinto-me como se estivesse a faltar à minha palavra, a faltar a um compromisso.
Por outro lado, tenho também um compromisso comigo própria, uma espécie de pacto com a minha felicidade. Porque, apesar de uma ou outra coisa, têm sido dias felizes. :) E porque, de vez em quando, sabe bem ser egoísta e guardar essa felicidade para mim e vivê-la com aqueles que amo...
PM
Já há muito que por aqui não passo. Não, minto. Vou passando, dou uma olhada no meu e noutros blogues, penso em escrever, mas quando chego à fase do "o que escrever?", fecho a página e continuo com as minhas coisinhas. Não que não haja nada para contar. Antes pelo contrário. Desde o último post, as emoções têm sido muitas. Coisas boas, coisas menos boas. Enfim, um pouco de tudo. Mas tem sido tudo tão pessoal, tudo tão intenso, que não tenho conseguido encontrar o modo certo para o partilhar convosco.
Porque, ás vezes, sabe bem guardar certas coisas para nós próprios...
Mas sinto falta de publicar aqui algo. Sinto-me como se estivesse a faltar à minha palavra, a faltar a um compromisso.
Por outro lado, tenho também um compromisso comigo própria, uma espécie de pacto com a minha felicidade. Porque, apesar de uma ou outra coisa, têm sido dias felizes. :) E porque, de vez em quando, sabe bem ser egoísta e guardar essa felicidade para mim e vivê-la com aqueles que amo...
PM
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Genuíno
Há gestos e gestos. Há aqueles que são simples acções motoras. Há outros que envolvem em si um sentimento e trazem amarrados a cada movimento uma intensão muito forte.
Muitas vezes os gestos passam despercebidos, porque vêm de fora de nós. Mas quando alguém faz uma viagem de dentro de si para transmitir algo, é impossível que esse sentimento não chegue cá dentro e não faça em nós uma explosão.
Há dias, fez-se em mim esse "fogo-de-artifício". Há dias, alguém conseguiu que o seu abraço não fosse apenas um aconchegar de corpos, um envolver de braços. E foi aí que percebi que, por vezes, nos distraímos daquilo que é realmente importante - aqueles que nos amam de verdade.
Porque um abraço é um gesto de amor, sim, mas é também uma prova de confiança, porque nunca sabemos aquilo que os olhos do outro dizem nas nossas costas. Mas quando o gesto é genuíno, quando vem de dentro, sente-se uma energia inexplicável, um calor que aquece não o corpo, mas a alma. São esse tipo de sensações que se apoderam de nós, que fazem a diferença entre gestos.
Foi há dias atrás que alguém me fez perceber tudo isto e me mostrou como se ama verdadeiramente. Foi há dias que senti, por todo o meu corpo, aquele que é o amor incondicional.
Quero com isto agradecer à minha avó o facto de me ter ensinado o que é amar... Me ter ensinado como podemos dizer amo-te sem palavras...
Muitas vezes os gestos passam despercebidos, porque vêm de fora de nós. Mas quando alguém faz uma viagem de dentro de si para transmitir algo, é impossível que esse sentimento não chegue cá dentro e não faça em nós uma explosão.
Há dias, fez-se em mim esse "fogo-de-artifício". Há dias, alguém conseguiu que o seu abraço não fosse apenas um aconchegar de corpos, um envolver de braços. E foi aí que percebi que, por vezes, nos distraímos daquilo que é realmente importante - aqueles que nos amam de verdade.
Porque um abraço é um gesto de amor, sim, mas é também uma prova de confiança, porque nunca sabemos aquilo que os olhos do outro dizem nas nossas costas. Mas quando o gesto é genuíno, quando vem de dentro, sente-se uma energia inexplicável, um calor que aquece não o corpo, mas a alma. São esse tipo de sensações que se apoderam de nós, que fazem a diferença entre gestos.
Foi há dias atrás que alguém me fez perceber tudo isto e me mostrou como se ama verdadeiramente. Foi há dias que senti, por todo o meu corpo, aquele que é o amor incondicional.
Quero com isto agradecer à minha avó o facto de me ter ensinado o que é amar... Me ter ensinado como podemos dizer amo-te sem palavras...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
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