terça-feira, 1 de março de 2011

Um dia...

Um dia, quem sabe, não haverá amarelo nem rosa
Um dia, a tristeza não será tão profunda
E a tua indiferença será, para mim, indiferente
Um dia, virás encostar a cabeça
Vais querer sentar-te num banco de jardim
E conversar, trocar sorrisos
E beijos

Um dia, eu estarei longe
E a minha vontade não será a mesma
Um dia, quem sabe, não haverá ódio nem fome
Um dia, o céu será verde e o sol azul
Azul cor de conta, azul cor de algodão
Azul cor das janelas, qual gato desconfiado, com que me fitas

Um dia, tudo estará mudado
Ou tudo será como hoje, exactamente igual, o mesmo
O som, o aroma, o ambiente, a presença

Um dia,
Talvez seja tarde.


O próximo post será o número 100. Perdoem-me, mas terá de ser especial, seja amanhã ou daqui a três anos... até lá, príncipes e princesas, não saiam dos vossos castelos.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tinta Fresca n.º 6

"Sem mim ou com mim?"

- pois - eu disse que ia sair estupidez

domingo, 23 de janeiro de 2011

Do desejo:

Uma migalha | para olhar ou, quem sabe, relembrar |


Porque a mim me faz lembrar outros tempos...


Bom dia, Mundo!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Da dúvida:

O que significa quando me estendes a mão?
E o que significa quando, secretamente ou nem tanto, as unimos?

Não deve ser nada...